Publicado em / por Paulo Junior / em Notícias

O impacto da taxa reduzida de juros no mercado imobiliário

Com o menor índice desde o início da série do Banco Central, a Selic hoje em 5,5% impulsiona o crédito imobiliário. Isso porque quanto mais o governo reduz a taxa básica de juros, mais os bancos, públicos ou privados, diminuem suas taxas de financiamento de imóveis. Afinal, estão de olho nesse consumidor que, confiante na atual economia do país, vê agora uma grande oportunidade de morar no que é seu.

Gilberto Filho, presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), acredita que as condições atuais de financiamento imobiliário no país são as melhores da história e que, por isso, a tomada de crédito junto às instituições financeiras não para de crescer. E acrescenta a liberação de parte do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e a inflação controlada, como fatores que estimulam o consumo e promovem um otimismo maior no setor.

O fato é que diante de tudo isso, o consumidor se vê atraído e motivado a conquistar o seu imóvel próprio. Afinal, com a taxa reduzida, pode chegar a pagar parcelas cerca de 30% menores que há alguns meses atrás.

Líder no mercado de financiamento imobiliário com 69% de participação, a Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou novas linhas de crédito. O gráfico a seguir exemplifica uma simulação feita com dois imóveis, de R$ 650 mil e R$ 350 mil, mostrando uma redução de até 32% na prestação mensal.

Com a oferta de crédito, o ideal é o consumidor analisar as linhas e condições oferecidas em cada instituição financeira, para se decidir pela melhor opção, de acordo com o seu perfil, tempo de financiamento e relacionamento com o banco. Atualmente, a taxa mínima estimada oferecida pelo Itaú está em 7,45% a.a + T.R., do Santander em 7,99% a.a + T.R. e a do Bradesco em 7,30% a.a + T.R.

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